quinta-feira, 28 de abril de 2011

Chega a ser irônico o rumo que a gente dá pra nossa vida, depois de certos acontecimentos. É estranho — e muito confuso — saber que as coisas mudam se simplesmente observarmos algumas situações com uma perspectiva diferente. Sentimos-nos desnorteados quando tudo aquilo em que depositávamos esperança e uma plena confiança, simplesmente, nos vira as costas. É frustrante ter que aceitar que alguns planos para o futuro não podem mais vir a se concretizar. Em meus desapontamentos rotineiros com as pessoas à minha volta, tenho aprendido valiosas lições. Aprendi que não há como esperar que um “certo tipo” de pessoa entre na nossa vida, e que essa pessoa atenda exatamente à todas as nossas exigências e expectativas, mas dá pra aceitar qualquer pessoa como é, se realmente a quisermos do nosso lado. Venho aprendendo a ser menos exigente para com os sentimentos que espero receber. Aprendi que a gente não escolhe quem amar, mas somos nós que decidimos quem queremos esquecer. Aprendi que um erro não justifica outro. E aprendi, finalmente, que não adianta buscar intensidade em meio à dúvidas, mas sim, por outro lado, prestar a devida atenção às certezas que nos cercam. 
Deixamos passar valiosas oportunidades simplesmente por estarmos focalizados em coisas que não tem tanto sentido quanto antes. Desejamos o que não podemos ter, e desprezamos as certezas por parecerem fáceis e garantidas. Mas é importante aprender que o retorno nem sempre acontece pelo mesmo caminho. Ainda estou aprendendo isso.

◇  Wallacy Wagmacker


Chega a ser irônico o rumo que a gente dá pra nossa vida, depois de certos acontecimentos. É estranho  e muito confuso  saber que as coisas mudam se simplesmente observarmos algumas situações com uma perspectiva diferente. Nos sentimos desnorteados quando tudo aquilo em que depositávamos esperança e  confiança, simplesmente, nos vira as costas. É frustrante ter que aceitar que alguns planos para o futuro não podem mais vir a se concretizar.Com desapontamentos  com as pessoas à minha volta, tenho aprendido valiosas lições. Aprendi que não há como esperar que um “certo tipo” de pessoa entre na nossa vida, e que essa pessoa atenda exatamente à todas as nossas exigências e expectativas, mas dá pra aceitar qualquer pessoa como é, se realmente a quisermos do nosso lado. Venho aprendendo a ser menos exigente para com os sentimentos que espero receber. Aprendi que a gente não escolhe quem amar, mas somos nós que decidimos quem queremos esquecer. Aprendi que um erro não justifica outro. E aprendi, finalmente, que não adianta buscar intensidade em meio à dúvidas, mas sim, por outro lado, prestar a devida atenção às certezas que nos cercam. 
Deixamos passar valiosas oportunidades simplesmente por estarmos focalizados em coisas que não tem tanto sentido quanto antes. Desejamos o que não podemos ter. Mas é importante aprender que o retorno nem sempre acontece pelo mesmo caminho. Ainda estou aprendendo isso.

domingo, 17 de abril de 2011


Hoje parei pra pensar,

... em tudo o que ja aconteceu na minha vida e consegui enxergar as coisas de maneira mais clara. Percebi enfim, que minhas maiores alegrias foram proporcionada por momentos pequenos e singelos. Finalmente pude ver que dei valor ao pouco e deixei o muito pra trás. Me importava em ser importante e esquecia o quando eu era importante pra mim e que isso de certa forma, bastava. Sempre bastou. Então sorri por um momento, sem motivo, ou talvez com todos os motivos do mundo. E a partir de hoje será assim, nada e ninguém conseguirá me abalar. Vivo com o pouco que tenho, mas esse pouco é o que me torna a pessoa que sou. Isso que pra você é pouco, pra mim é muito. É o que eu realmente preciso, é o que me basta. E não importa quão grande seja a vontade de olhar pra trás, eu tenho certeza que meu presente e meu futuro tem muito mais coisas boas e lembranças que vão me tirar o folego e me fazer pensar que independente da decição tomada, sempre haverá uma recompensa.


segredonaosecreto:

“É o que dizem: desencana que uma hora ele aparece.”
Tati Bernardi